Nunca é tarde para voltar

O lado bom de escrever em um blog sozinha é que ninguém fica te cobrando para postar algo, e é ainda “melhor” quando não é um blog de sucesso e sim um diário. Desde do último post, muita coisa em minha vida mudou, e é estranho porque quando eu releio sinto que não era eu quem estava escrevendo, eu escrevia bem melhor do que agora, talvez até tenha perdido a prática ou realmente só mudei mesmo.

A última vez que escrevi aqui foi em 2014, eu estava no ensino médio e minha vida era bem diferente, agora minha percepção de mundo mudou, até acho que amadureci, estou com 18 anos. Minha vida tomou um rumo que eu nunca imaginei que iria tomar, eu que sempre pensei em fazer jornalismo ou engenharia ambiental, estou fazendo design (pois é).

Eu vejo a vida de uma maneira diferente, eu não sei o que mudou em mim, mas eu tenho certeza que não sou a mesma pessoa de um ano atrás.

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10 filmes para você assistir com alguém que você goste

Dele e Dela

500 dias com ela
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O filme é interessante por se tratar daquilo que chamam de “romance real”, onde o amor não é mostrado de forma perfeita. É de londe o meu filme favorito! A trilha sonora, a fotografia, o figurino, tudo nele me apaixona. Para quem não conhece, a história conta quando Tom, um azarado escritor de cartões comemorativos e românticos sem esperanças, fica sem rumo depois de levar um fora da namorada Summer, ele volta a vários momentos dos 500 dias que passaram juntos para tentar entender o que deu errado.

A culpa é das estrelas

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Prepare os lencinhos, porque esse filme é de morrer de tanto chorar! A história, inspirada no fenômeno literário de John Green, gira em torno de Hazel e Gus, dois adolescentes que se conhecem em um grupo de apoio a pacientes com câncer, e compartilham, além do humor ácido e do desdém por tudo…

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Desaparecida

Desaparecer, talvez por uma semana ou mais, não só para saber quem irá sentir minha falta, mas nesse período realmente saber a diferença das pessoas em minha vida, ou a diferença que faço na vida delas, me acostumei a banalizar qualquer tipo de sentimento saudoso e pensar que tudo tem volta.